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sábado, 24 de setembro de 2011

Alegria de ser Criança.

Ser criança é saber perdoar,
é saber amar,
e não guardar mágoas.
Ser criança é brincar,
correr,
viver feliz.
Ser criança é viver na eternidade,
sonhar sonhos de esperança
para encontrar um mundo melhor!
Quem dera se todos tivessem a alegria de ser criança!!!!!!!

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

eU sOU....

Eu sou muito forte: Porque sei que ser forte é amar alguém em silêncio; é fingir alegria quando não se sente; é sorrir quando se deseja chorar; é consolar quando se precisa de consolo; é calar quando o ideal seria gritar a todas as angústias; é irradiar felicidade quando se é infeliz; é esperar quando não se acredita no retorno; é manter-se calmo no desespero; é elogiar quando se tem vontade de maldizer; é fazer alguém feliz quando se tem o coração em pedaços; é ter fé naquilo que não se acredita; é perdoar alguém que não merece o perdão; é lutar pelos seus objetivos por mais difícil que seja a vida!!♥

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Proposta Pedagogica

Modelo de Proposta Pedagógica - Educação Infantil
A definição dos objetivos em termos de capacidades - e não de comportamentos - visa ampliar a possibilidade de concretização das intenções educativas, uma vez que as capacidades se expressam por meio de diversos comportamentos e as aprendizagens que convergem para ela podem ser de naturezas diversas. Ao estabelecer objetivos nesses termos, o professor amplia suas possibilidades de atendimento à diversidade apresentada pelas crianças, podendo considerar diferentes habilidades, interesses e maneiras de aprender no desenvolvimento de cada capacidade.
Respeito à diversidade dos alunos é parte integrante da nossa proposta. Para que seja incorporada pelas crianças, a atitude de aceitação do outro em suas diferenças e particularidades precisa estar presente nos atos e atitudes dos adultos com os quais convivem na instituição. Começando pelas diferenças de temperamento, de habilidades e de conhecimentos, até as diferenças de gênero,de etnia e de credo religioso, o respeito a essa diversidade deve permear as relações cotidianas.
É tarefa primordial da escola a difusão de conteúdos. Não conteúdos abstratos, mas vivos e concretos, portanto, indissociáveis da realidade social.
Um ensino que segue a linha "diálogo - ação - compreensão - participação baseada em relações diretas da experiência do aluno, o que se presta aos interesses sociais, já que a própria unidade escolar pode contribuir para eliminar a seletividade social e torná-la democrática.
A condição para que a escola sirva aos interesses sociais e garantir a todos um bom ensino, isto é, a apropriação dos conteúdos curriculares básicos que tenham ressonância na vida dos alunos.
Entendida nesse sentido, a educação é uma das mediações pela qual o aluno, pela intervenção do professor e por sua própria participação ativa, passa de uma experiência inicialmente confusa e fragmentada, a uma visão organizada e unificada.
Em síntese, a atuação da escola consiste na preparação do aluno para o mundo adulto e suas contradições, fornecendo-lhe um instrumental por meio da aquisição de conteúdo e da socialização, para uma participação organizada e ativa da democratização da sociedade.
Se o objetivo da escola é privilegiar a aquisição do saber, e de um saber vinculado à realidade social, é preciso que os métodos favoreçam a correspondência dos conteúdos com os interesses dos alunos e que estes possam reconhecer nos conteúdos, o auxílio ao seu esforço de compreensão da realidade.
Nossa proposta metodológica tem como finalidade o desenvolvimento do educando como um todo, através do desabrochar de vários aspectos da criança, inspirada nas teorias de Jean Piaget e Maria Montessori, adaptadas e transformadas ao ensino tradicional, através de planejamentos adequados a cada faixa etária, com conteúdo forte e constante, propiciando assim a estabilidade de ensino e lógica seqüencial do mesmo na vida escolar do aluno.
Com inspiração na pedagogia inspirada na psicogenética de Jean Piaget e nas propostas educacionais de Maria Montessori, buscamos a integralização da criança através do desenvolvimento dos aspectos biológicos, psicológicos e sócio-culturais, de onde são originados todas as atividades dos currículos de cada curso, desenvolvidos mês a mês, semana a semana, através de planejamentos.
- MATERNAL
A idade para este curso vai de 18 (dezoito) meses 18 meses a 3 anos e 6 meses.
Nessa fase, visamos explorar atividades que desenvolvam a criança fisicamente, socialmente e psicologicamente, estimulamos a linguagem oral através de histórias, dramatização e brincadeiras, respeitando, sempre, as diferenças individuais de cada um.
- JARDIM I
A idade para este curso vai de 3 anos e 7 meses a 4 anos e 6 meses.
Nessa fase, visamos o desenvolvimento da criança nos principais conceitos básicos do esquema corporal, da orientação espacial, da organização temporal, do ritmo, da coordenação viso-motora, além de, buscar o desenvolvimento da linguagem como forma de comunicação.
- JARDIM II
A idade para este curso vai de 4 anos e 7 meses a 5 anos e 6 meses.
Nessa fase, visamos o desenvolvimento integral da criança através de uma evolução harmoniosa nos aspectos biológicos, físico-motor, cognitivo e afetivo-emocional, dando realce à coordenação motora e ao preparo para a escrita ( período preparatório ).
Buscamos o desenvolvimento da linguagem como forma de comunicação e ampliação do pensamento. Temos a preocupação com a pronúncia correta dos fonemas (prontidão para a alfabetização).
Procuramos desenvolver conceitos básicos de cidadania, respeito mútuo, cooperação e colaboração com os colegas e todos os funcionários da escola, bem como a importância e o cuidado com a natureza. Através de conceitos básicos e material concreto buscamos o desenvolvimento do raciocínio lógico matemático.
- PRÉ
A idade para este curso vai de 5 anos e 6 meses a 7 anos.
Nessa fase, visamos o desenvolvimento integral da criança nos aspectos biológicos, psicológicos, cognitivos. Enfatizamos a coordenação motora escrita, a alfabetização da criança através da construção da língua escrita, relacionando letras e sons, discriminando e visualizando as famílias silábicas.
Visamos o desenvolvimento do raciocínio lógico matemático e o domínio das quantidades numéricas.

Eliziane Longarai
Pedagoga

Passeio no Parque Harmonia



será realizada uma visita ao acampamento Farroupilha no dia 15/09 a partir das 14hs.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Coordenação Motora

A coordenação motora da criança é estimulada desde cedo, mesmo que involuntáriamente, ou seja mesmo que os pais não tenham esta consciencia. Através de movimentos com as mãoszinhas para pegar objectos, depois os primeiros passinhos, o rastejar no tapete, tudo isso engloba o desenvolvimento da coordenação motora. Já em fase pré-escolar a coordenação é ‘treinada’ em actividades especificas para a idade, como exercicios motores de desenhos, simbolos, etc. Para compreender melhor o significado da coordenação motora veja abaixo uma explicação mais detalhada:
Coordenação motora é a capacidade de coordenação de movimentos decorrente da integração entre comando central (cérebro) e unidades motoras dos músculos e articulações.
Classifica-se a coordenação motora em três grupos.
- Coordenação motora geralEste tipo de coordenação permite a criança ou adulto dominar o corpo no espaço, controlando os movimentos mais rudes.Ex: Andar, Pular, rastejar, etc.
- Coordenação motora geral específicaPermite controlar movimentos específicos de uma atividade. Ex: Chutar uma bola (futebol), bandeja (basquete), etc.
- Coordenação motora finaÉ a capacidade de usar de forma eficiente e precisa os pequenos músculos, produzindo assim movimentos delicados e específicos. Este tipo de coordenação permite dominar o ambiente, propriciando manuseio dos objetos. Ex; Recortar, lançar em um alvo, costurar, escrever, digitar, etc.




Eliziane Longarai
pedagoga

Psicomotricidade Infantil



Nos movimentos da criança se articula toda sua afetividade, desejos e suas possibilidades de comunicação. O que é psicomotricidade? Sua definição ainda está em formação, já que à medida que avança e é aplicada, vai-se estendendo a distintos e variados campos. No princípio, a psicomotricidade era utilizada apenas na correção de alguma debilidade, dificuldade, ou deficiência.
Hoje, vai mais longe: a psicomotricidade ocupa um lugar importante na educação infantil, sobretudo na primeira infância, em razão de que se reconhece que existe uma grande interdependência entre os desenvolvimentos motores, afetivos e intelectuais. A psicomotricidade é a ação do sistema nervoso central que cria uma consciência no ser humano sobre os movimentos que realiza através dos padrões motores, como a velocidade, o espaço e o tempo.
Movimento e atividade psíquica
O termo psicomotricidade se divide em duas partes: a motriz e o psiquismo, que constituem o processo de desenvolvimento integral da pessoa. A palavra motriz se refere ao movimento, enquanto o psico, determina a atividade psíquica em duas fases: a sócio-afetiva e cognitiva. Em outras palavras, o que se quer dizer é que na ação da criança se articula toda sua afetividade, todos seus desejos, mas também todas suas possibilidades de comunicação e conceituação. A teoria de Piaget afirma que a inteligência se constrói a partir da atividade motriz das crianças. Nos primeiros anos de vida, até os sete anos, aproximadamente, a educação da criança é psicomotriz. Tudo, o conhecimento e a aprendizagem, centra-se na ação da criança sobre o meio, os demais e as experiências através de sua ação e movimento.
Estimulação e reeducação
Através da psicomotricidade pode-se estimular e reeducar os movimentos da criança. A estimulação psicomotriz educacional se dirige a indivíduos sãos, através de um trabalho orientado à atividade motriz e as brincadeiras. Na reeducação psicomotriz se trabalha com indivíduos que apresentam alguma deficiência, transtornos ou atrasos no desenvolvimento. Tratam-se corporalmente mediante uma intervenção clínica realizada por um pessoal especializado.
Princípios e metas da psicomotricidade infantil
A psicomotricidade, como estimulação aos movimentos da criança, tem como meta:
- Motivar a capacidade sensitiva através das sensações e relações entre o corpo e o exterior (o outro e as coisas).
- Cultivar a capacidade perceptiva através do conhecimento dos movimentos e da resposta corporal.
- Organizar a capacidade dos movimentos representados ou expressos através de sinais, símbolos, e da utilização de objetos reais e imaginários.
- Fazer com que as crianças possam descobrir e expressar suas capacidades, através da ação criativa e da expressão da emoção.
- Ampliar e valorizar a identidade própria e a auto-estima dentro da pluralidade grupal.
- Criar segurança e expressar-se através de diversas formas como um ser valioso, único e exclusivo.
- Criar uma consciência e um respeito à presença e ao espaço dos demais.



Eliziane Longarai

Mensagens

"Daqui a cem anos, não importará o tipo de carro que dirigi, o tipo de
casa em que morei , quanto tinha depositado no banco, nem que roupas
vesti. Mas o mundo pode ser um pouco melhor porque eu fui importante na
vida de uma criança" Anônimo


“Continuo buscando, re-procurando. Ensino porque busco, porque indaguei, porque indago e me indago. Pesquiso para conhecer o que ainda não conheço e comunicar e anunciar a novidade”.
Paulo Freire


eliziane longarai
Pedagoga

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Conheça o meu site

http://www.wix.com/elizianelongarai/liz

Dia do Gaúcho




No dia 20 de setembro comemora-se o Dia do Gaúcho
Para conservar as tradições do Rio Grande do Sul, foi fundado o Partido Liberal Histórico, em 1860, por Gaspar Silveira Martins, Antônio Gomes Pinheiro Machado, Osório e Félix da Cunha. Na década de 1940, grupos de tradicionalistas gaúchos resolveram manter as tradições do povo gaúcho criando a Ronda Gaúcha, conhecida também como Ronda Crioula, que ocorria entre os dias 7 e 20 de setembro para festejar a Independência do Brasil e a Revolução Farroupilha.

Em 1947, estudantes gaúchos se organizaram também para preservar as tradições e, no ano seguinte, fundaram o Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG).

Por meio da lei no 4.850, de 11/12/1964, promulgada pela Assembléia Estadual do Rio Grande do Sul, oficializou-se a Ronda Gaúcha, que passou a ser chamada de Semana Farroupilha, comemorada de 14 a 20 de setembro. Por isso, em 1996, o dia 20 de setembro foi oficializado como o Dia do Gaúcho, passando a ser um feriado apenas no Rio Grande do Sul.

Pessoas de todo o Brasil e também de outros países participam das festas da Semana Farroupilha. Durante esse período, os funcionários públicos trabalham usando roupas típicas da tradição gaúcha. No dia 20 encerra-se o festejo; há desfiles com peões montados a cavalo e “prendas” (mulheres bonitas) que desfilam com seus vestidos

Eliziane Longarai
pedagoga