consultoria

consultoria

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

CONSULTORIA PEDAGÓGICA 26 ANOS DEDICADOS A EDUCAÇÃO INFANTIL (51)81287449

CONSULTORIA PEDAGÓGICA 26 ANOS DEDICADOS A EDUCAÇÃO INFANTIL (51)81287449

CONSULTORIA PEDAGÓGICA 26 ANOS DEDICADOS A EDUCAÇÃO INFANTIL (51)81287449

CONSULTORIA PEDAGÓGICA 26 ANOS DEDICADOS A EDUCAÇÃO INFANTIL (51)81287449

CONSULTORIA PEDAGÓGICA 26 ANOS DEDICADOS A EDUCAÇÃO INFANTIL (51)81287449

CONSULTORIA PEDAGÓGICA 26 ANOS DEDICADOS A EDUCAÇÃO INFANTIL (51)81287449

Travessuras ou Gostosuras

Travessuras ou Gostosuras? (Trick-or-treat)
A brincadeira de "doces ou travessuras" é originária de um costume europeu do século IX, chamado de "souling" (almejar). No dia 2 de novembro, Dia de Todas as Almas (ou Finados aqui no Brasil), os cristãos iam de vila em vila pedindo "soul cakes" (bolos de alma), que eram feitos de pequenos quadrados de pão com groselha. Para cada bolo que ganhasse, a pessoa deveria fazer uma oração por um parente morto do doador. Acreditava-se que as almas permaneciam no limbo por um certo tempo após sua morte e que as orações ajudavam-na a ir para o céu. Abóboras e velas: Jack O'Lantern (Jack da Lanterna) A vela na abóbora provavelmente tem sua origem no folclore irlandês. Um homem chamado Jack, um alcoólatra grosseiro, em um dia 31 de outubro bebeu excessivamente e o diabo veio levar sua alma. Desesperado, Jack implora por mais um copo de bebida e o diabo concede. Jack estava sem dinheiro para o último trago e pede ao Diabo que se transformasse em uma moeda. O Diabo concorda. Mal vê a moeda sobre a mesa, Jack guarda-a na carteira, que tem um fecho em forma de cruz. Desesperado, o Diabo implora para sair e Jack propõe um trato: libertá-lo em troca de ficar na Terra por mais um ano inteiro. Sem opção, o Diabo concorda. Feliz com a oportunidade, Jack resolve mudar seu modo de agir e começa a tratar bem a esposa e os filhos, vai à igreja e faz até caridade. Mas a mudança não dura muito tempo, não. No próximo ano, na noite de 31 de outubro, Jack está indo para casa quando o Diabo aparece. Jack, esperto como sempre, convence o diabo a pegar uma maçã de uma árvore. O diabo aceita e quando sobe no primeiro galho, Jack pega um canivete em seu bolso e desenha uma cruz no tronco. O diabo promete partir por mais dez anos. Sem aceitar a proposta, Jack ordena que o diabo nunca mais o aborreça. O diabo aceita e Jack o liberta da árvore. Para seu azar, um ano mais tarde, Jack morre, e em seguida tenta entrar no céu, mas sua entrada é negada. Sem alternativa, vai para o inferno. Chegando lá, encontra o diabo, o qual ainda desconfiado e se sentindo humilhado, também não permite sua entrada, e como castigo, o diabo joga uma brasa para que Jack possa iluminar seu caminho pelo limbo. Jack põe a brasa dentro de um nabo para que dure mais tempo e sai perambulando. Devido à esse acontecimento, sua alma penada passa a ser conhecida como Jack O'Lantern (Jack da Lanterna). Os nabos na Irlanda eram usados como "lanternas do Jack" originalmente, mas quando os imigrantes vieram para a América, eles descobriram que as abóboras eram muito mais abundantes que nabos. Então começaram à utilizar abóboras iluminadas com uma brasa por dentro ao invés de nabos. Por isso a tradição de se fazer caricaturas em abóboras e iluminá-las por dentro com uma vela na época de Halloween. Segundo a lenda, quem presta atenção e consegue ver uma pequena luz fraca na noite de 31 de outubro, é porque conseguiu ver a passagem de Jack procurando uma saída do limbo em que está preso.

Halloween

O Dia das Bruxas (
é o nome original na língua inglesa) é um evento tradicional e cultural, que ocorre nos países anglo-saxônicos, com especial relevância nos Estados Unidos, Canadá, Irlanda e Reino Unido, tendo como base e origem as celebrações dos antigos povos, sendo que não existe ao certo referências precisas de onde surgiram essas celebrações. A palavra Halloween tem origem na Igreja católica. Vem de uma tradição contraída do dia 1 de novembro, o Dia de Todos os Santos, é um dia católico de observância em honra de santos. Mas, no século V DC, na Irlanda Céltica, o verão oficialmente se concluía em 31 de outubro. O feriado era Samhain, o Ano novo Céltico. Alguns bruxos acreditam que a origem do nome vem da palavra hallowinas - nome dado às guardiãs femininas do saber oculto das terras do norte (Escandinávia). Mas os estudiosos dizem que a palavra Halloween surgiu da seguinte forma: O nome é, na realidade, uma versão encurtada de "All Hallows' Even"(Noite de Todos os Santos), a véspera do Dia de Todos os Santos (All Hallows' Day). "Hallow" é uma palavra do inglês antigo para "pessoa santa" e o dia de todas as "pessoas santas" é apenas um outro nome para Dia de Todos os Santos, o dia em que os católicos homenageiam todos os santos. Com o tempo, as pessoas passaram a se referir à Noite de Todos os Santos, "All Hallows' Even", como "Hallowe'en", e mais tarde simplesmente "Halloween". O Halloween marca o fim oficial do verão e o início do ano-novo. Celebra também o final da terceira e última colheita do ano, o início do armazenamento de provisões para o inverno, o início do período de retorno dos rebanhos do pasto e a renovação de suas leis. Era uma festa com vários nomes: Samhain (fim de verão), Samhein, La Samon, ou ainda, Festa do Sol. Mas o que ficou mesmo foi o escocês Hallowe'en. Uma das lendas de origem celta fala que os espíritos de todos que morreram ao longo daquele ano voltariam à procura de corpos vivos para possuir e usar pelo próximo ano. Os celtas acreditavam ser a única chance de vida após a morte. Os celtas acreditaram em todas as leis de espaço e tempo, o que permitia que o mundo dos espíritos se misturassem com o dos vivos. Como os vivos não queriam ser possuídos, na noite do dia 31 de outubro, apagavam as tochas e fogueiras de suas casa, para que elas se tornassem frias e desagradáveis, colocavam fantasias e ruidosamente desfilavam em torno do bairro, sendo tão destrutivos quanto possível, a fim de assustar os que procuravam corpos para possuir, (Panati). Os Romanos adotaram as práticas célticas, mas no primeiro século depois de Cristo, eles as abandonaram. O Halloween foi levado para os Estados Unidos em 1840, por imigrantes irlandeses que fugiam da fome pela qual seu país passava e passou ser conhecido como o "Dia das Bruxas".

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Qual o segredo de um professor de qualidade?

As principais pesquisas em Educação do mundo mostram que um bom professor é capaz fazer qualquer aluno aprender e ainda é capaz de potencializar seus estudantes. O professor é o principal responsável pelo sucesso da aprendizagem e sua atuação em sala é determinante para o desempenho dos alunos. "A qualidade de um sistema educacional não será maior que a qualidade de seus professores", consta no levantamento "Os Sistemas Escolares de Melhor Desempenho do Mundo Chegaram ao Topo", realizado pela consultoria McKinsey. "Não existe educação de qualidade sem o bom professor. O professor é o profissional mais estratégico para uma boa aprendizagem, é a peça chave e por isso precisa estar apto para transmitir o conteúdo de forma adequada", diz a secretária de Educação Básica do ME, Maria do Pilar Lacerda Almeida e Silva. Aptidão para ensinar a matéria não depende apenas do domínio do conteúdo. O saber é importante, mas há inúmeros pontos que fazem do professor, um profissional de qualidade. Para identificá-los e cobrar do diretor uma melhor seleção e estímulo e para que o professor do seu filho esteja em condições de lecionar adequadamente é preciso estabelecer alguns critérios e ficar atento.

5 dicas para lidar com a falta de professores

Professor também fica doente, tem imprevistos, precisa cuidar do filho que está com febre de casa. Como qualquer profissional, está sujeito a faltar ao trabalho por motivo de força maior, de forma pontual, sem prejudicar o aprendizado dos alunos. O problema é quando as faltas se tornam recorrentes. Para evitar este tipo de problema, a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo paga um bônus para os professores que cumprem a carga horária de pelo menos 244 dias por ano. No caso de faltas, há desconto proporcional no valor da bonificação. A assiduidade também é levada em conta no Programa de Valorização pelo Mérito, que promove ascensão salarial de 10,5% sobre o salário-base para os docentes que cumprirem todos os requisitos (a assiduidade é apenas um deles). Nas escolas particulares não há esse estímulo financeiro, mas cada instituição de ensino encontra a sua maneira de evitar que os alunos percam conteúdo. "Partimos do pressuposto que nossos professores só faltam em caso de real necessidade. E como nenhuma classe deve ficar sem aula, contamos com um quadro de docentes em stand by, para fazer substituições caso seja necessário", conta Adilson Garcia, diretor do Colégio Vértice. A seguir, confira algumas dicas para fiscalizar a frequência dos professores na escola do seu filho e saiba como agir caso as faltas se tornem recorrentes

Como escolher um curso extracurricular para meu filho?

Que tal escolher com seu filho algumas atividades extracurriculares para esse ano? É uma ótima opção para evitar que ele passe o dia todo sozinho em frente à televisão ou ao computador, e os cursos ainda contribuem para o desenvolvimento de diferentes capacidades. Autoestima e timidez podem ser trabalhadas em um curso de teatro, enquanto raciocínio lógico e coordenação motora são desenvolvidos nas aulas de robótica, por exemplo. Diversas pesquisas indicam também que a responsabilidade e autonomia estimuladas nos cursos extracurriculares colaboram para um melhor rendimento escolar. Um estudo feito pela Sociedade para Pesquisa do Desenvolvimento da Criança, nos Estados Unidos, mostrou que enquanto 40% dos meninos e meninas entre 5 e 18 anos não tinham nenhuma atividade fora da escola, entre 3% e 6%, gastavam vinte horas por semana em cursos e aulas antes ou depois do horário escolar. Não por acaso, eram justamente esses últimos os que demonstravam melhor preparo educacional e psicológico. "Estimular o raciocínio significa aprimorar o desenvolvimento das crianças, o que resulta em adolescentes seguros e adultos bem-sucedidos"

Dia das Crianças

Como surgiu o Dia das Crianças no Brasil O Dia das Crianças no Brasil foi “inventado” por um político. O deputado federal Galdino do Valle Filho teve a idéia de criar um dia em homenagem às crianças na década de 1920. Os deputados aprovaram e o dia 12 de outubro foi oficializado como Dia da Criança pelo presidente Arthur Bernardes, por meio do decreto nº 4867, de 5 de novembro de 1924. Mas somente em 1960, quando a Fábrica de Brinquedos Estrela fez uma promoção conjunta com a Johnson & Johnson para lançar a “Semana do Bebê Robusto” e aumentarem suas vendas, é que a data passou a ser comemorada. A estratégia deu certo, pois desde então o dia das Crianças é comemorado com muitos presentes! Logo depois, outras empresas decidiram criar a Semana da Criança, para aumentar as vendas. No ano seguinte, os fabricantes de brinquedos decidiram escolher um único dia para a promoção e fizeram ressurgir o antigo decreto. A partir daí, o dia 12 de outubro se tornou uma data importante para o setor de brinquedos.

26 anos dedicados a educação infantil

Primavera

O movimento de translação (deslocamento da Terra em torno do Sol), juntamente com a inclinação do eixo terrestre em 23°27’ em relação ao plano orbital, é responsável pela variação de energia solar que atinge a superfície terrestre em uma determinada época do ano. Esse fenômeno é responsável pelas estações do ano: primavera, verão, outono e inverno. A primavera é a estação do ano que tem início com o fim do inverno. No Hemisfério Sul, a primavera começa no dia 23 de setembro e termina no dia 21 de dezembro; no Hemisfério Norte, essa estação inicia no dia 22 de março e termina em 21 de junho. A principal característica da primavera é o reflorescimento da flora, sendo considerada a estação mais florida do ano. Esse período é marcado por belas paisagens formadas pela natureza, com uma grande diversidade de flores, tais como orquídeas, jasmim, violeta, hortênsia, crisântemo, entre outras. A temperatura durante a primavera é bastante agradável. No entanto, é importante ressaltar que essas estações são bem definidas apenas na Zona Temperada do Norte (entre o Círculo Polar Ártico e o Trópico de Câncer) e na Zona Temperada do Sul (entre Círculo Polar Antártico e o Tropico de Capricórnio) email marketing

sábado, 16 de fevereiro de 2013

A criança e os vínculos

A criança e os vínculos O bem-estar das crianças depende muito dos vínculos estabelecidos com os adultos responsáveis por elas. Um tema para alertar consciências e refletir sobre o nosso papel de pais e educadores Gordon Neufeld, um dos especialistas mundiais na área da psicologia e relações familiares, esteve em Portugal em novembro passado para a conferência "Vínculos Fortes, Filhos Felizes”. Nela abordou os seus conceitos de “cultura dos vínculos” e de como estes fomentam sentimentos de pertença e segurança, essenciais para dar sentido à existência humana, pretendendo demonstrar a importância do papel dos pais enquanto primeiros e insubstituíveis educadores e formadores dos seus filhos, fortemente responsáveis pelo seu desenvolvimento pessoal integral e pela sua felicidade. Vínculos fortes, filhos felizes. Que vínculos são estes concretamente, qual a sua relação de causa-efeito e influência na sociedade atual? G.N. - O bem-estar das crianças depende muito dos vínculos estabelecidos com os adultos responsáveis por elas. Quanto mais profundos e gratificantes forem esses vínculos, maiores as probabilidades dessas crianças se tornarem seres humanos mais humanos. Vínculo é a palavra científica para "relação" e fala da nossa necessidade preeminente de intimidade. Procuramos proximidade e conexão de muitas maneiras: através de estar com, ser parecido, fazer parte de, estar do mesmo lado, ser importante para, através do amor, e através de sermos compreendidos. A intimidade pode tomar várias formas, da mais superficial às intimidades emocional e psicológica Em termos de sociedade, estamos efetivamente a perder alguns dos valores fundamentais: é bom e correto que haja vínculos que unam as crianças aos adultos responsáveis por elas; é bom e correto que os adultos sejam mais importantes para uma criança do que seus pares; é bom e correto garantir que as crianças, em contexto de vinculação, lidem apenas com os adultos responsáveis por elas. Estes são os valores que têm de ser recuperados a fim de criar as condições necessárias para aumentar, nas nossas crianças, todo o seu potencial como seres humanos. Não podemos reparar a cultura. Mas estamos a precisar de uma consciência coletiva acerca do papel crucial das relações, quer a nível parental como do ensino, e de nos reencontrarmos com a nossa intuição natural nestas matérias. As crianças e jovens estão cada vez mais "difíceis", quer em casa como na escola: indisciplina, falta de respeito... Que se está a passar? G.N. - Quando as coisas correm mal culpamo-nos uns aos outros. As crianças estão efetivamente a tornar-se mais difíceis de criar e ensinar, mas isso é porque estamos a perder o contexto em que elas deveriam ser criadas e ensinadas, nomeadamente o seu vínculo aos pais e professores. Quando as crianças começam a orbitar ao redor dos seus pares deixam de o fazer à volta dos seus pais e professores e como tal nada funciona como deveria. A questão não é tanto de responsabilidade mas sim de relação. A criança necessita de estar na relação certa com os seus pais e com os professores para que os adultos nas suas vidas sejam capazes de fazer o seu trabalho responsável e eficazmente. Que fazer? Há fórmulas mágicas para dar a volta à questão? G.N. - Não é de mais avisos nem prescrições que os pais hoje em dia necessitam. Quanto mais nos disserem o que devemos ou não fazer, mais perdemos o senso comum e a intuição natural. Quando as crianças estão adequadamente vinculadas a quem delas cuida isso acaba por trazer ao de cima o que de melhor crianças e adultos têm. Quando as coisas não funcionam, o que mais necessitamos é de refletir sobre a importância das relações afetivas que evite a batalha contra os síndromes de comportamento. Temos vindo a ser pais e professores desde há milhares de anos. É uma "dança", não um conjunto de competências. Quando a relação é a correta, a dança é relativamente fácil. Se não o for, nada do que façamos irá correr bem.

A criança e os vínculos

O bem-estar das crianças depende muito dos vínculos estabelecidos com os adultos responsáveis por elas. Um tema para alertar consciências e refletir sobre o nosso papel de pais e educadores Gordon Neufeld, um dos especialistas mundiais na área da psicologia e relações familiares, esteve em Portugal em novembro passado para a conferência "Vínculos Fortes, Filhos Felizes”. Nela abordou os seus conceitos de “cultura dos vínculos” e de como estes fomentam sentimentos de pertença e segurança, essenciais para dar sentido à existência humana, pretendendo demonstrar a importância do papel dos pais enquanto primeiros e insubstituíveis educadores e formadores dos seus filhos, fortemente responsáveis pelo seu desenvolvimento pessoal integral e pela sua felicidade. Vínculos fortes, filhos felizes. Que vínculos são estes concretamente, qual a sua relação de causa-efeito e influência na sociedade atual? G.N. - O bem-estar das crianças depende muito dos vínculos estabelecidos com os adultos responsáveis por elas. Quanto mais profundos e gratificantes forem esses vínculos, maiores as probabilidades dessas crianças se tornarem seres humanos mais humanos. Vínculo é a palavra científica para "relação" e fala da nossa necessidade preeminente de intimidade. Procuramos proximidade e conexão de muitas maneiras: através de estar com, ser parecido, fazer parte de, estar do mesmo lado, ser importante para, através do amor, e através de sermos compreendidos. A intimidade pode tomar várias formas, da mais superficial às intimidades emocional e psicológica Em termos de sociedade, estamos efetivamente a perder alguns dos valores fundamentais: é bom e correto que haja vínculos que unam as crianças aos adultos responsáveis por elas; é bom e correto que os adultos sejam mais importantes para uma criança do que seus pares; é bom e correto garantir que as crianças, em contexto de vinculação, lidem apenas com os adultos responsáveis por elas. Estes são os valores que têm de ser recuperados a fim de criar as condições necessárias para aumentar, nas nossas crianças, todo o seu potencial como seres humanos. Não podemos reparar a cultura. Mas estamos a precisar de uma consciência coletiva acerca do papel crucial das relações, quer a nível parental como do ensino, e de nos reencontrarmos com a nossa intuição natural nestas matérias. As crianças e jovens estão cada vez mais "difíceis", quer em casa como na escola: indisciplina, falta de respeito... Que se está a passar? G.N. - Quando as coisas correm mal culpamo-nos uns aos outros. As crianças estão efetivamente a tornar-se mais difíceis de criar e ensinar, mas isso é porque estamos a perder o contexto em que elas deveriam ser criadas e ensinadas, nomeadamente o seu vínculo aos pais e professores. Quando as crianças começam a orbitar ao redor dos seus pares deixam de o fazer à volta dos seus pais e professores e como tal nada funciona como deveria. A questão não é tanto de responsabilidade mas sim de relação. A criança necessita de estar na relação certa com os seus pais e com os professores para que os adultos nas suas vidas sejam capazes de fazer o seu trabalho responsável e eficazmente. Que fazer? Há fórmulas mágicas para dar a volta à questão? G.N. - Não é de mais avisos nem prescrições que os pais hoje em dia necessitam. Quanto mais nos disserem o que devemos ou não fazer, mais perdemos o senso comum e a intuição natural. Quando as crianças estão adequadamente vinculadas a quem delas cuida isso acaba por trazer ao de cima o que de melhor crianças e adultos têm. Quando as coisas não funcionam, o que mais necessitamos é de refletir sobre a importância das relações afetivas que evite a batalha contra os síndromes de comportamento. Temos vindo a ser pais e professores desde há milhares de anos. É uma "dança", não um conjunto de competências. Quando a relação é a correta, a dança é relativamente fácil. Se não o for, nada do que façamos irá correr bem.

Atitudes que ajudam a crescer feliz

A medida dos afetos não se vê pelos presentes, antes no tempo que se dedica à criança. Enquanto brincam, os progenitores preparam o caminho da autonomia que passa pela aprendizagem da tomada de decisões. Ainda no ventre materno, a criança desejada é acarinhada com ternura enquanto a mãe sonha com um bom futuro para ela. Que seja saudável e linda – a mais bonita das crianças, – que seja feliz, que caminhe na rota certa e direita da vida e, finalmente, quando for grande tenha êxito nas relações sociais e profissionais. É natural, mas nada cresce de um simples desejo por mais forte que seja. Tudo se constrói, uma parte condicionados pelo ambiente que nos rodeia, já que a outra é só nossa, aquela que faz parte de um eu indivisível. Tendo em conta e respeitando este ‘tesouro’ único, cabe aos pais facilitar o resto, o treino de todos os ingredientes necessários à autonomia, à autoconfiança e auto-estima. Para o melhor e para o pior somos, em grande parte, resultado do que recebemos ou não na nossa infância. Começamos a registar antes de perceber... impressões que colocamos na caixa do tempo para um dia irmos ou não buscar, mas que se refletem continuamente no nosso caráter, na relação connosco mesmos e com os outros. Por isso é que educar não é tarefa fácil mas um desafio fascinante. Seja qual for a sua própria experiência, zele para que o futuro do seu filho seja risonho e seguro. Comece já, colocando em prática alguns conselhos. • Dedique-lhe tempo. Aproveite as oportunidades para brincar e jogar com o seu filho, ouvir as histórias que tem para contar-lhe e responder às suas dúvidas sempre com honestidade, coerência, respeito e todo o carinho. • Dê valor aos seus sentimentos e ideias. É uma condição importantíssima na construção da autoconfiança e um excelente estímulo a futuros encontros de amizade, pautados pela cordialidade. Ajuda a desenvolver o sentido de sociabilidade. • Aceite-o e respeite-o tal como é. Para que ele também possa fazê-lo, ou seja, aprenda a gostar e a apreciar-se pelo que é (isto não significa que se tiver de limar alguma aresta não o faça). Por outro lado, é um excelente exemplo de tolerância. • Saiba ser firme mas também benevolente. O facto de as regras serem fundamentais na educação e orientação das crianças e que exigem firmeza para que possam ser aplicadas, isso não significa que quando infrigidas, esporadicamente, tenham de ser punidas com castigos exagerados. Procure o equilíbrio. • Ensine-o a ser responsável e disciplinado. Para isso, lembre-se de que é preciso criar-lhe espaço e saber aceitar os erros dos primeiros ensaios. Dê-lhe tarefas à medida da idade para que se sinta útil e treine a responsabilidade. • Esteja atenta aos seus estados de espírito. Leve em conta as suas preocupações, convide-o a falar no assunto e ajude-o a secar as lágrimas, com afeto mas sem pieguices. • Transmita-lhe o mais possível mensagens positivas. Esta é uma das condições para apanhar a estrada certa do futuro, com coragem e espírito combativo, o que nos faz sentir um enorme bem-estar interior. • Ensine-o a tomar as próprias decisões. Mesmo que veja que vai errar, deixe-o experimentar por conta própria. É bom que se habitue a tomar nas mãos os desafios, construindo uma personalidade forte e lutadora.

Consultoria Pedagógica - 25 anos Dedicados a Educação Infantil

sábado, 2 de fevereiro de 2013

O Significado de Limites na educação das crianças LIMITE: Eis aqui um assunto que permite várias ponderações, pois afeta deste o ponto de vista cultural, social, financeiro até o emocional. Tão difícil e tão fácil. Tão pessoal e tão abrangente. Como lidar com esta questão? Nesta próximas edições vou colocar alguns ângulos para que possamos amadurecer este conceito. Necessidades de Limites Os limites tem a função de ensinar à criança o que é e o que não é permitido. Sobretudo, tem também a função de dar proteção e segurança. A função protetora dos limites não se restringem apenas aos limites colocados com o objetivo de evitar situações de perigo ou risco (“Cuidado com a panela, o fogo está aceso!”). Abrange algo bem mais amplo, tal como proteger a criança contra o excesso de sentimento de culpa ou remorso, quando percebe que na realidade nos atacou, nos machucou ou destruiu alguma coisa importante para nós. Por isso, é necessário impedir os ataques físicos da criança, embora se possam reconhecer seus sentimentos (“Sei que você está com muita raiva de mim, mas não vou deixar você me dar um soco”). Quando a criança sente raiva ou ódio com muita intensidade, fica difícil, na maioria das vezes frear-se sozinha. Precisa de nossa ajuda no sentido de canalizar a expressão desses sentimentos, de modo não destrutivo. E essa ajuda significa firmeza e a segurança de limites bem colocados. Com muita freqüência a criança testa a consistência e a firmeza dos limites, usando várias manobras que variam desde o franco desafio até a sedução. Em torno do 1º ano, as crianças não tem controle interno de espécie alguma, por isso, o impulso e a tentação são fortes demais e ela não consegue aceitar e respeitar os limites. Pouco a pouco, vai aumentando a capacidade de controlar os impulsos e resistir às tentações e, concomitantemente, fica maior a possibilidade de internalizar os limites. Vemos, por exemplo, a criança entrar na fase em que diz para ela mesma “não”, para logo em seguida mexer na planta, ou então dar uma olhadinha de curiosidade e de desafio para os pais, para logo depois pegar na planta. Posteriormente, quando há um amiguinho por perto que também quer mexer na planta, a criança atua como um verdadeiro censor que proíbe autoritariamente: “não, na planta não!”, para logo depois ela mesma mexer. Há o período em que, na presença dos pais, a criança já consegue controlar-se, mas o censor interno não é muito fidedigno e basta apenas que os pais virem as costas para que o controle pare de funcionar. Finalmente, a internalização se consolida melhor, e a criança pode mais facilmente resistir a tentação de mexer onde não pode. Surpreendentemente, limite também é uma demonstração de amor, e a criança percebe esse particular. É como se ela pensasse “se sou cuidada sou amada”. Essa sensação é que dá segurança à criança e propicia seu desenvolvimento. 51)81287449 CONSULTORIA PEDAGÓGICA

A ELEGÂNCIA DO COMPORTAMENTO

A ELEGÂNCIA DO COMPORTAMENTO Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento. É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza. É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto. É uma elegância desobrigada. É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam. Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas no boca a boca. É possível detectá-las nas pessoas que não usam um tom superior de voz. Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros. É possível detectá-la em pessoas pontuais. Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está. É elegante não ficar espaçoso demais. É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao de outro. É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais. É elegante retribuir carinho e solidariedade. Sobrenome, jóias, e nariz empinado não substituem a elegância do gesto. Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante. Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural através da observação, mas tentar imitá-la é improdutivo. Educação enferruja por falta de uso. (51)81287449 CONSULTORIA PEDAGÓGICA

25 ANOS DEDICADOS A EDUCAÇÃO INFANTIL

CONSULTORIA PEDAGÓGICA

CONSULTORIA PEDAGÓGICA

Consultoria Pedagógica

Eliziane Longarai - Pedagoga com experiência de 25 anos na Educação Infantil - Profissional com destacada vivência na Gestão Pedagógica de instituições de Educação Infantil. Disponibilidade e conhecimentos técnicos para atuar como Consultora Pedagógico, implantando e desenvolvendo atividades e projetos a partir das necessidades da instituição. Como Consultoria Pedagógica, auxilia a Direção em todo o processo de gestão administrativa e pedagógica como: - Realização de diagnóstico institucional para levantamento de necessidade, conhecimento da equipe; estudo da concorrência, análise da região e mercado; mapeamento geográfico da recepção de alunos para o estabelecimento de plano de ações, de negócios e estratégias para obtenção de resultados e melhorias; - Avaliação do processo de ensino-aprendizagem implantando novos procedimentos, reformulando e atualizando os existentes; Orientação didático-pedagógica; Análise de compatibilidade da ação docente com a proposta pedagógica; - Suporte na confecção e reestruturação de Projetos Pedagógicos; - Projetos de ensino de Filosofia para crianças, adolescentes, jovens e adultos. - Criação de material didático para a Educação Infantil e o Ensino Fundamental I, II e Ensino Médio; - Acompanhamento da implantação de sistemas apostilados e, ou trocas de proposta pedagógicas; - implantação do projeto de orientação personalizada de estudo (ALUNOS E PROFISSIONAIS); - Projeto adaptação de alunos e famílias novas (maternal, 6º ano do fundamental e 1º ano do E.M); - Organização de Feiras das ciências e das tecnológicas; - Viagens pedagógicas voltadas para o entretenimento e o conhecimento construído; - Preparação de reuniões com equipe e responsáveis. Realização de palestras temáticas mensais para os responsáveis e comunidade. - Elaboração de Circulares e Comunicados. A importância da Agenda Escolar - Elaboração de proposta pedagógica, regimento escolar, calendário anual, grade de horários e atribuição de aulas; - Abertura e autorização de funcionamento de escolas; - Participação em projeto de reformulação do Ensino Fundamental e Médio, atualizando conteúdos, carga horária, sistema de recuperação de notas, cursos opcionais (extracurriculares), etc; - Implantação de curso técnico com habilitação; - Implantação e acompanhamento do Projeto Horário Integral; - Seleção de docentes e equipe em geral; - Treinamento de profissionais da Portaria à equipe de Direção, INCLUSIVE , pessoal do Transporte Escolar - Implantação do sistema informatizado de gestão; - Amplos conhecimentos em Legislação Educacional.Consultoria Pedagógica Aguardo contato (51)81287449 Eliziane Longarai Pedagoga